
sábado, 11 de abril de 2009
A crise econômica mundial
O capitalismo passa por uma das maiores crises da existência. Iniciada nos EUA há pouco mais de um ano, com o chamado estouro da bolha imobiliária causado pelo excesso de empréstimos no mercado norte-americano para os clientes com baixa ou nenhuma capacidade de pagamento, aquisição de casa própria, diferentes modalidades de hipotecas com elevados riscos de não quitação das dívidas e crescente inadiplência dos cartões de crédito.
No entanto a inadiplência dos empréstimos acarreta uma grande complicação, os bancos amedrontados de não receber o montante dos empréstimos feitos dificultam novas transações, e consequentemente a moeda em circulação sofre congelamento nas mãos de poucos, deixando muitas pessoas físicas e empresas sem capital para novos investimentos por conta da falta de giro da moeda no mercado.
Isso ocorre virtude das variações negativas nas taxas de crescimento da economia, resultando na elevação dos preços, inflação, queda na demanda de vários mercados, aumento dos estoques, queda na produção e na renda da sociedade. Abala os setores produtivos e financeiro do capitalismo mundial, trazendo enormes prejuízos a economia global e consequentemente problemas sociais como o desemprego e políticos como a proteção nacional dos governos á seus países.
Contudo há muito a fazer e a sociedade como um todo deve buscar a superação desse momento, que para algumas organizações que ampliaram sua visão ao horizonte da crise já encontram oportunidades de bons negócios em além da crise.
No entanto a inadiplência dos empréstimos acarreta uma grande complicação, os bancos amedrontados de não receber o montante dos empréstimos feitos dificultam novas transações, e consequentemente a moeda em circulação sofre congelamento nas mãos de poucos, deixando muitas pessoas físicas e empresas sem capital para novos investimentos por conta da falta de giro da moeda no mercado.
Isso ocorre virtude das variações negativas nas taxas de crescimento da economia, resultando na elevação dos preços, inflação, queda na demanda de vários mercados, aumento dos estoques, queda na produção e na renda da sociedade. Abala os setores produtivos e financeiro do capitalismo mundial, trazendo enormes prejuízos a economia global e consequentemente problemas sociais como o desemprego e políticos como a proteção nacional dos governos á seus países.
Contudo há muito a fazer e a sociedade como um todo deve buscar a superação desse momento, que para algumas organizações que ampliaram sua visão ao horizonte da crise já encontram oportunidades de bons negócios em além da crise.
sexta-feira, 27 de março de 2009
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Incorporação de nova carteira de consórcio
Gulin Administradora de Consórcio transfere carteira de clientes para Grupo Disal
[02-12-2008] A empresa paranaense Gulin Administradora de Consórcio vai transferir toda a sua carteira de clientes para o grupo Disal, empresa responsável pela administração dos consórcios do concessionário Volkswagen. Atualmente, a Disal está entre as três maiores administradoras do segmento do Brasil, segundo o Banco Central. A transferência da carteira de consorciados da Gulin é resultado de uma negociação, iniciada em janeiro deste ano, devido a reestruturação da empresa, que deve permanecer no segmento com uma possível associação com a Disal. Fundada em 1981, a Gulin Consórcios está entre as empresas de maior credibilidade no segmento no Paraná e é considerada uma das mais sólidas. Em sua trajetória, já contemplou mais de 30 mil clientes e ainda possui uma das carteiras mais rentáveis. Com essa negociação, a Gulin mostra o respeito que mantém pelos seus clientes ao mesmo tempo que aprimora o atendimento diferenciado com seu público. “Respeito ao cliente sempre foi um ponto forte na empresa e isso foi comprovado com a transferência feita para a Disal”, uma das marcas mais conceituadas do Brasil, afirmou José Carlos Gulin, um dos diretores do consórcio. A Gulin Consórcio integra o Grupo Resistence formado pela empresas Copava Veículos e Auto Viação Santo Antônio, pela Concretiza Construtora de Obras, pelo Edifício Comercial World Business e pela Paineira Participações Ltda. Nos últimos quatro anos, o grupo dedicou-se a implantação do processo de governança corporativa, que resultou na profissionalização da gestão e na definição das áreas de atuação. Com isso, os investimentos serão concentrados nas áreas de energia, transporte público, construção civil e revenda Volkswagen.Fonte: nqmcom@nqm.com.br
[02-12-2008] A empresa paranaense Gulin Administradora de Consórcio vai transferir toda a sua carteira de clientes para o grupo Disal, empresa responsável pela administração dos consórcios do concessionário Volkswagen. Atualmente, a Disal está entre as três maiores administradoras do segmento do Brasil, segundo o Banco Central. A transferência da carteira de consorciados da Gulin é resultado de uma negociação, iniciada em janeiro deste ano, devido a reestruturação da empresa, que deve permanecer no segmento com uma possível associação com a Disal. Fundada em 1981, a Gulin Consórcios está entre as empresas de maior credibilidade no segmento no Paraná e é considerada uma das mais sólidas. Em sua trajetória, já contemplou mais de 30 mil clientes e ainda possui uma das carteiras mais rentáveis. Com essa negociação, a Gulin mostra o respeito que mantém pelos seus clientes ao mesmo tempo que aprimora o atendimento diferenciado com seu público. “Respeito ao cliente sempre foi um ponto forte na empresa e isso foi comprovado com a transferência feita para a Disal”, uma das marcas mais conceituadas do Brasil, afirmou José Carlos Gulin, um dos diretores do consórcio. A Gulin Consórcio integra o Grupo Resistence formado pela empresas Copava Veículos e Auto Viação Santo Antônio, pela Concretiza Construtora de Obras, pelo Edifício Comercial World Business e pela Paineira Participações Ltda. Nos últimos quatro anos, o grupo dedicou-se a implantação do processo de governança corporativa, que resultou na profissionalização da gestão e na definição das áreas de atuação. Com isso, os investimentos serão concentrados nas áreas de energia, transporte público, construção civil e revenda Volkswagen.Fonte: nqmcom@nqm.com.br
Crescimento de Empregos
Cresce emprego no interior do pais
Caged mostra que foram abertas 79.199 novas vagas em abril; resultado fica acima das regiões metropolitanas, com 20 mil
Brasília, 18/05/2009 - Em abril, a geração de empregos no interior do país foi maior do que nas regiões metropolitanas. Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), mostram que municípios do interior dos estados do Pará, Ceará, Pernambuco, Bahia, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul foram responsáveis pela abertura de 79.199 vagas; crescimento de 0,68%.
"Esses postos abertos nos municípios do interior são as bases que levo em conta para fazer meus prognósticos. Somos o primeiro país do G-20 a fortemente crescer", ressaltou o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, sobre o resultado do mês.
Nestas regiões, destacam-se São Paulo, com abertura de 63.864 postos, e Minas Gerais, com 13.537. Por outro lado, a maior baixa ocorreu em Pernambuco, com a perda de 10.294 vagas em abril.
Nas regiões metropolitanas de Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba e Porto Alegre, foram criados 20.008 empregos, 0,15% de expansão. O destaque também foi São Paulo, com 8.158 empregos, e Salvador, com 3.065 postos. Em sentido contrário, foram detectadas perdas em Fortaleza (-691); Porto Alegre (-159) e Belém (-149).
Caged - Em todo o país foram criados 106.205 novos postos trabalho em abril. O resultado do quarto mês do ano representou crescimento de 0,33% em relação ao estoque de março, sendo o melhor resultado mensal de 2009 e o terceiro mês consecutivo de expansão na empregabilidade formal.
Assessoria de Imprensa do MTE(61) 3317 - 6537/2430 - acs@mte.gov.br
Caged mostra que foram abertas 79.199 novas vagas em abril; resultado fica acima das regiões metropolitanas, com 20 mil
Brasília, 18/05/2009 - Em abril, a geração de empregos no interior do país foi maior do que nas regiões metropolitanas. Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), mostram que municípios do interior dos estados do Pará, Ceará, Pernambuco, Bahia, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul foram responsáveis pela abertura de 79.199 vagas; crescimento de 0,68%.
"Esses postos abertos nos municípios do interior são as bases que levo em conta para fazer meus prognósticos. Somos o primeiro país do G-20 a fortemente crescer", ressaltou o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, sobre o resultado do mês.
Nestas regiões, destacam-se São Paulo, com abertura de 63.864 postos, e Minas Gerais, com 13.537. Por outro lado, a maior baixa ocorreu em Pernambuco, com a perda de 10.294 vagas em abril.
Nas regiões metropolitanas de Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba e Porto Alegre, foram criados 20.008 empregos, 0,15% de expansão. O destaque também foi São Paulo, com 8.158 empregos, e Salvador, com 3.065 postos. Em sentido contrário, foram detectadas perdas em Fortaleza (-691); Porto Alegre (-159) e Belém (-149).
Caged - Em todo o país foram criados 106.205 novos postos trabalho em abril. O resultado do quarto mês do ano representou crescimento de 0,33% em relação ao estoque de março, sendo o melhor resultado mensal de 2009 e o terceiro mês consecutivo de expansão na empregabilidade formal.
Assessoria de Imprensa do MTE(61) 3317 - 6537/2430 - acs@mte.gov.br
Quem somos nós !!!
- Salvador, superando a crise economica
- Somos alunos do 5º semestre do curso de Administração, noturno, da Faculdade da Cidade do Salvador.Nossa equipe é composta por Luciano Ávila,Camila Coni,Maiara Coni,Vanuzia Costa,Alfredo Duarte,Lidiane Vieira.